Catecismo da Igreja Católica 1383


«TOMAI TODOS E COMEI»: A COMUNHÃO


1384 O Senhor dirige-nos um convite insistente a que O recebamos no sacramento da Eucaristia: «Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós» (Jn 6,53).


1385 Para responder a este convite, devemos preparar-nos para este momento tão grande e santo. São Paulo exorta a um exame de consciência: «Quem comer o pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, cada qual a si mesmo e então coma desse pão e beba deste cálice; pois quem come e bebe, sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação» (1Co 11,27-29). Aquele que tiver consciência dum pecado grave deve receber o sacramento da Reconciliação antes de se aproximar da Comunhão.


1386 Perante a grandeza deste sacramento, o fiel só pode retomar humildemente e com ardente fé a palavra do centurião (219) : «Domine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum, sed tantum dic verbum, et sanabitur anima mea – Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma [só] palavra e serei salvo» (220). E na divina liturgia de São João Crisóstomo, os fiéis oram no mesmo Espírito:

«Faz-me comungar hoje, ó Filho de Deus, na tua ceia mística. Porque eu não revelarei o segredo aos teus inimigos, nem te darei o beijo de Judas. Mas, como o ladrão, eu te suplico: Lembra-Te de mim, Senhor, no teu Reino» (221).


1387 Para se prepararem convenientemente para receber este sacramento, os fiéis devem observar o jejum prescrito na sua Igreja (222). A atitude corporal (gestos, traje) deve traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo Se torna nosso hóspede.


1388 É conforme ao próprio sentido da Eucaristia que os fiéis, se tiverem as disposições requeridas (223), recebam a Comunhão quando participam na missa (224): «Recomenda-se vivamente aquela mais perfeita participação na missa em que os fiéis, depois da comunhão do sacerdote, recebem, do mesmo sacrifício, o corpo do Senhor» (225).


1389 A Igreja impõe aos fiéis a obrigação de «participar na divina liturgia nos domingos e dias de festa» (226) e de receber a Eucaristia ao menos uma vez em cada ano, se possível no tempo pascal (227) preparados pelo sacramento da Reconciliação. Mas recomenda-lhes vivamente que recebam a santa Eucaristia aos domingos e dias de festa, ou ainda mais vezes, mesmo todos os dias.


1390 Graças à presença sacramental de Cristo sob cada uma das espécies, a comunhão apenas sob a espécie de pão permite receber todo o fruto de graça da Eucaristia. Por razões pastorais, esta maneira de comungar estabeleceu-se legitimamente como a mais habitual no rito latino. «A sagrada Comunhão tem uma forma mais plena, enquanto sinal, quando é feita sob as duas espécies. Com efeito, nesta forma manifesta-se mais perfeitamente o sinal do banquete eucarístico» (228). É a forma habitual de comungar, nos ritos orientais.


OS FRUTOS DA COMUNHÃO


1391 A Comunhão aumenta a nossa união com Cristo. Receber a Eucaristia na comunhão traz consigo, como fruto principal, a união íntima com Cristo Jesus. De facto, o Senhor diz: «Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele» (Jn 6,56). A vida em Cristo tem o seu fundamento no banquete eucarístico: «Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e Eu vivo pelo Pai, também o que Me come viverá por Mim» (Jn 6,57):

«Quando, nas festas do Senhor, os fiéis recebem o corpo do Filho, proclamam uns aos outros a boa-nova de que lhes foram dadas as arras da vida, como quando o anjo disse a Maria de Magdala: "Cristo ressuscitou!". Eis que também agora a vida e a ressurreição são conferidas àquele que recebe Cristo» (229).


1392 O que o alimento material produz na nossa vida corporal, realiza-o a Comunhão, de modo admirável, na nossa vida espiritual. A comunhão da carne de Cristo Ressuscitado, «vivificada pelo Espírito Santo e vivificante» (230), conserva, aumenta e renova a vida da graça recebida no Baptismo. Este crescimento da vida cristã precisa de ser alimentado pela Comunhão eucarística, pão da nossa peregrinação, até à hora da morte, em que nos será dado como viático.


1393 A Comunhão afasta-nos do pecado. O corpo de Cristo que recebemos na Comunhão é «entregue por nós» e o sangue que nós bebemos é «derramado pela multidão, para remissão dos pecados». É por isso que a Eucaristia não pode unir-nos a Cristo sem nos purificar, ao mesmo tempo, dos pecados cometidos, e nos preservar dos pecados futuros:

«Sempre que O recebemos, anunciamos a morte do Senhor (231). Se nós anunciamos a morte do Senhor, anunciamos a remissão dos pecados. Se, de cada vez que o seu sangue é derramado, é derramado para remissão dos pecados, eu devo recebê-lo sempre, para que sempre Ele perdoe os meus pecados. Eu que peco sempre, devo ter sempre um remédio» (232).


1394 Tal como o alimento corporal serve para restaurar as forças perdidas, assim também a Eucaristia fortifica a caridade que, na vida quotidiana, tende a enfraquecer-se; e esta caridade vivificada apaga os pecados veniais (233). Dando-Se a nós, Cristo reaviva o nosso amor e torna-nos capazes de quebrar as ligações desordenadas às criaturas e de nos radicarmos n'Ele.

«Uma vez que Cristo morreu por nós por amor, quando nós fazemos memória da sua morte no momento do sacrifício, pedimos que esse amor nos seja dado pela vinda do Espírito Santo; suplicamos humildemente que, em virtude desse amor pelo qual Cristo quis morrer por nós, também nós, recebendo a graça do Espírito Santo, possamos considerar o mundo como crucificado para nós e sermos nós próprios crucificados para o mundo; [...] tendo recebido o dom do amor, morramos para o pecado e vivamos para Deus» (234).


1395 Pela mesma caridade que acende em nós, a Eucaristia preserva-nos dos pecados mortais futuros. Quanto mais participarmos na vida de Cristo e progredirmos na sua amizade, mais difícil nos será romper com Ele pelo pecado mortal. A Eucaristia não está ordenada ao perdão dos pecados mortais. Isso é próprio do sacramento da Reconciliação. O que é próprio da Eucaristia é ser o sacramento daqueles que estão na plena comunhão da Igreja.


1396 A unidade do corpo Místico: a Eucaristia faz a Igreja. Os que recebem a Eucaristia ficam mais estreitamente unidos a Cristo. Por isso mesmo, Cristo une todos os fiéis num só corpo: a Igreja. A Comunhão renova, fortalece e aprofunda esta incorporação na Igreja já realizada pelo Baptismo. No Baptismo fomos chamados a formar um só corpo (235). A Eucaristia realiza esta vocação: «O cálice da bênção que abençoamos, não é comunhão com o sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo? Uma vez que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, porque participamos desse único pão» (1Co 10,16-17):

«Se sois o corpo de Cristo e seus membros, é o vosso sacramento que está colocado sobre a mesa do Senhor, é o vosso sacramento que recebeis. Vós respondeis «Ámen» [«Sim, é verdade!»] àquilo que recebeis e, ao responder, o subscreveis. Tu ouves esta palavra: «O corpo de Cristo»; e respondes: «Ámen», Então, sê um membro de Cristo, para que o teu «Ámen» seja verdadeiro» (326).


1397 A Eucaristia compromete-nos com os pobres: Para receber, na verdade, o corpo e o sangue de Cristo entregue por nós, temos de reconhecer Cristo nos mais pobres, seus irmãos (237):

«Saboreaste o sangue do Senhor e não reconheces sequer o teu irmão. Desonras esta mesa, se não julgas digno de partilhar o teu alimento aquele que foi julgado digno de tomar parte nesta mesa. Deus libertou-te de todos os teus pecados e chamou-te para ela; e tu nem então te tornaste mais misericordioso» (238).


1398 A Eucaristia e a unidade dos cristãos. Perante a grandeza deste mistério, Santo Agostinho exclama: «O sacramentum pietatis! O signum unitatis! O vinculum caritatis! – Ó sacramento da piedade, ó sinal da unidade, ó vínculo da caridade!» Quanto mais dolorosas se fazem sentir as divisões da Igreja que rompem a comum participação na mesa do Senhor, tanto mais prementes são as orações que fazemos ao Senhor para que voltem os dias da unidade completa de todos os que crêem n' Ele.


1399 As Igrejas orientais que não estão em comunhão plena com a Igreja Católica celebram a Eucaristia com um grande amor. «Essas Igrejas, embora separadas, têm verdadeiros sacramentos; e principalmente, em virtude da sucessão apostólica, o sacerdócio e a Eucaristia, por meio dos quais continuam unidos a nós por vínculos estreitíssimos» (240). Portanto, «uma certa comunhão in sacris é não só possível, mas até aconselhável em circunstâncias oportunas e com aprovação da autoridade eclesiástica» (241).


1400 As comunidades eclesiais saídas da Reforma, separadas da Igreja Católica, «não [conservaram] a genuína e íntegra substância do mistério eucarístico, sobretudo por causa da falta do sacramento da Ordem» (242). É por esse motivo que a intercomunhão eucarística com estas comunidades não é possível para a Igreja Católica. No entanto, estas comunidades eclesiais, «quando na santa ceia fazem memória da morte e ressurreição do Senhor, professam que a vida é significada na comunhão com Cristo e esperam a sua vinda gloriosa» (243).


1401 Se urgir uma grave necessidade, segundo o juízo do Ordinário os ministros católicos podem ministrar os sacramentos (Eucaristia, Penitência, Unção dos Enfermos) aos outros cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja Católica, mas que os pedem por sua livre vontade: requer-se, nesse caso, que manifestem a fé católica em relação a estes sacramentos e que se encontrem nas devidas disposições (244).

VII. A Eucaristia – «Penhor da futura glória»


1402 Numa antiga oração, a Igreja aclama assim o mistério da Eucaristia: «O sacrum convivium in quo Christus sumitur: recolitur memoria passionis eius; mens impletur gratia et futurae gloriae nobis pignus datur – Ósagrado banquete, em que se recebe Cristo e se comemora a sua paixão, em que a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da futura glória» (245). Se a Eucaristia é o memorial da Páscoa da Senhor, se pela nossa comunhão no altar somos cumulados da «plenitude das bênçãos se graças do céu» (246), a Eucaristia é também a antecipação da glória celeste.


1403 Na última ceia, o próprio Senhor chamou a atenção dos seus discípulos para a consumação da Páscoa no Reino de Deus: «Eu vos digo que não voltarei a beber deste fruto da videira, até o dia em que beberei convosco o vinho novo no Reino do meu Pai» (Mt 26,29) (247). Sempre que a Igreja celebra a Eucaristia, lembra-se desta promessa, e o seu olhar volta-se para «Aquele que vem» (Ap 1,4). Na sua oração, ela clama pela sua vinda: «Marana tha» (1Co 16,22), «Vem, Senhor Jesus!» (Ap 22,20), «que a Tua graça venha e que este mundo passe!» (248).


1404 A Igreja sabe que, desde já, o Senhor vem na sua Eucaristia e que está ali, no meio de nós. Mas esta presença é velada. E é por isso que nós celebramos a Eucaristia «expectantes beatam spem et adventum Salvatoris nostri Jesu Christi – enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda de Jesus Cristo nosso Salvador» (249), pedindo a graça de ser acolhidos «com bondade no vosso Reino, onde também nós esperamos ser ser recebidos, para vivermos [...] eternamente na vossa glória, quando enxugardes todas as lágrimas dos nossos olhos; e, vendo-Vos tal como sois, Senhor nosso Deus, seremos para sempre semelhantes a Vós e cantaremos sem fim os vossos louvores, por Jesus Cristo nosso Senhor» (250).


1405 Desta grande esperança dos novos céus e da nova terra, onde habitará a justiça (251) não temos garantia mais segura nem sinal mais manifesto do que a Eucaristia. Com efeito, cada vez que se celebra este mistério, «realiza-se a obra da nossa redenção» (252) e nós «partimos o mesmo pão, que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, mas viver em Jesus Cristo para sempre» (253).

Resumindo:


1406 Jesus diz: «Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente [...] Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna [...], permanece em Mim, e Eu nele» (Jn 6,51 Jn 6,54 Jn 6,56).


1407 A Eucaristia é o coração e o cume da vida da Igreja, porque nela Cristo associa a sua Igreja e todos os seus membros ao seu sacrifício de louvor e de acção de graças, oferecido ao Pai uma vez por todas na cruz; por este sacrifício, Ele derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que é a Igreja.


1408 A celebração eucarística inclui sempre: a proclamação da Palavra de Deus, a acção de graças a Deus Pai por todos os seus benefícios, sobretudo pelo dom do seu Filho, a consagração do pão e do vinho e a participação no banquete litúrgico pela recepção do corpo e do sangue do Senhor Estes elementos constituem um só e mesmo acto de culto.


1409 A Eucaristia é o memorial da Páscoa de Cristo, isto é, da obra do salvação realizada pela vida, morte e ressurreição de Cristo, obra tornada presente pela acção litúrgica.


1410 É o próprio Cristo, sumo e eterno sacerdote da Nova Aliança, que, agindo pelo ministério dos sacerdotes, oferece o sacrifício eucarístico. E é ainda o mesmo Cristo, realmente presente sob as espécies do pão e do vinho, que é a oferenda do sacrifício eucarístico.


1411 . Só os sacerdotes validamente ordenados podem presidir à Eucaristia e consagrar o pão e o vinho, para que se tornem o corpo e o sangue do Senhor:


1412 Os sinais essenciais do sacramento eucarístico são o pão de trigo e o vinho da videira, sobre os quais é invocada a bênção do Espírito Santo, e o sacerdote pronuncia as palavras da consagração ditas por Jesus durante a última ceia: «Isto é o meu corpo, que será entregue por vós... Este é o cálice do meu sangue...».


1413 Pela consagração, opera-se a transubstanciação do pão e do vinho no corpo e no sangue de Cristo. Sob as espécies consagradas do pão e do vinho, o próprio Cristo, vivo e glorioso, está presente de modo verdadeiro, real e substancial, com o seu corpo e o seu sangue, com a sua alma e a sua divindade (254).


1414 Enquanto sacrifício, a Eucaristia é oferecida também em reparação dos pecados dos vivos e dos defuntos e para obter de Deus benefícios espirituais ou temporais.


1415 Aquele que quiser receber Cristo na Comunhão eucarística deve encontrar-se em estado de graça. Se alguém tiver consciência de ter pecado mortalmente, não deve aproximar-se da Eucaristia sem primeiro ter recebido a absolvição no sacramento da Penitência.


1416 A sagrada Comunhão do corpo e sangue de Cristo aumenta a união do comungante com o Senhor perdoa-lhe os pecados veniais e preserva-o dos pecados graves. E uma vez que os laços da caridade entre o comungante e Cristo são reforçados, a recepção deste sacramento reforça a unidade da Igreja, corpo Místico de Cristo.


1417 A Igreja recomenda vivamente aos fiéis que recebam a sagrada Comunhão quando participam na celebração da Eucaristia; e impõe-lhes a obrigação de o fazerem ao menos uma vez por ano.


1418 Uma vez que Cristo em pessoa está presente no Sacramento do Altar; devemos honrá-Lo com culto de adoração. «A visita ao Santíssimo Sacramento é uma prova de gratidão, um sinal de amor e um dever de adoração para com Cristo nosso Senhor» (255).


1419 Tendo passado deste mundo para o Pai, Cristo deixou-nos na Eucaristia o penhor da glória junto d'Ele: a participação no santo sacrifício identifica-nos com o seu coração, sustenta as nossas forças ao longo da peregrinação desta vida, faz-nos desejar a vida eterna e desde já nos une à Igreja do céu, à Santíssima Virgem e a todos os santos.


1. São Tomás de Aquino, Summa theologiae,
III 65,1. c: Ed. Leon. 12, 56-57.
2. São Tomás de Aquino, Summa theologiae, III 65,3. c: Ed. Leon. 12, 60.
3. Paulo VI, Const. Ap. Divinae consortium naturae: AAS 63 (1971) 657: cf. Ordo initiationis christianae adultorum, Praenotanda 1-2 (Typis Polyglottis Vaticanis 1972) p. 7 [Iniciação cristã dos adultos, Segunda Edição, Preliminares, 1-2 (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa, 1996) p. 9-10]
4. Cf. Concílio de Florença, Decretum pro Armenis: DS 1314, CIC 204, § 1. CIC 849; CIO 675 § 1.
5. CatRom 2, 2, 5, p. 179.
6. Cf. Rm 6,3-4 Col 2,12
7. São Justino, Apologia 1, 61: CA 1,168 (PG 6, 421).
8. Cf. He 10,32
9 Cf. 1Th 5,5
10. São Gregório Nazianzo, Oratio 40, 3-4: SC 358,202-204 (PG 36,361-364)
11. Vigília Pascal, Bênção da água: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 283 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 315].
12. Cf. Gn 1,2
13. Vigília Pascal, Bênção da água: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970). p. 283 [A tradução oficial portuguesa desta oração não inclui a metáfora da «concepção»: «Logo no princípio do mundo, o vosso Espírito pairava sobre as águas, prefigurando o seu poder de santificar»: Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 315].
14. Vigília Pascal, Bênção da água: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 283 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992. 3151.
15. Vigília Pascal, Bênção da água: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 283 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 315].
16. Cf. Mt 3,13
17. Cf. Mc 16,15-16
18. Cf. Mt 3,15
19. Cf. Ph 2,7.
20. Cf. Mt 3,16-17
21. Cf. Mc 10,38 Lc 12,50
22. Cf. Jn 19,34
23. Cf. 1Jn 5,6-8
24. Santo Ambrósio, De sacramentis 2, 2, 6: CSEL 73, 27-28 (PL 16, 425-426).
25. Cf. Ac 2,41 Ac 8,12-13 Ac 10,48 Ac 16,15.
26. Cf. Col 2,12
27. Cf. Ga 3,27
28. Cf. 1Co 6,11 1Co 12,13
29. Cf. 1P 23 Ep 5,26
30. Santo Agostinho, In Iohannis evangelium tractatus 80, 3: CCL 36, 529 (PL 35, 1840).
31. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 64, AAS 56 (1964) 117.
32. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 65, AAS 56 (1964) 117; cf. Ibid., SC 37-40: AAS 56 (1964) 110-111.
33. Cf. II Concílio do Vaticano, Decr. Ad gentes, AGD 14, AAS 58 (1966) 963: CIC 851 CIC 865 CIC 866.
34. Cf. CIC 851,2 CIC 868
35. Cf. Rm 6,17
36. Cf. Ordo Baptismi parvulorum, 62 (Typis Polyglottis Vaticanis 1969) p. 32 [Celebração do Baptismo das crianças, 62, Segunda edição típica (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa, 1994), p.61).
37. Cf. Ga 3,27
38. Cf. Ph 2,15
39. CIC 864 cf. CIO 679.
40. II Concílio do Vaticano, Decr. Ad gentes, AGD 14, AAS 58 (1966) 962-963; cf. Ordo initiationis christianae adultorum, Praenotanda 19 (Typis Polyglottis Vaticanis 1972) p. 11 Iniciação cristã dos adultos. Segunda Edição, Preliminares, 19 (Coimbra, Gráfica de Coimbra - Conferência Episcopal Portuguesa. 1996) p. 26-27); Ibid., De tempore catechumenatus eiusque ritibus 98, p. 36 [Ibid.. O tempo do catecumenado e os seus ritos 98. p. 66].
41. II Concílio do Vaticano, Decr. Ad gentes, AGD 14, AAS 58 (1966) 963.
42. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 14, AAS 57 (1965) 19: cf. CIC 206 CIC 788.
43. Cf. Concílio de Trento, Sess. 5ª, Decretum de peccato originali, can. 4: DS 1514
44. Cf. CL 1,12-14
45. Cf. CIC 867, CIO 868. § 1.
46. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 11, AAS 57 (1965) 15-16; Ibid., LG 41: AAS 57 (1965) 47; Id., Const. past. Gaudium et spes, GS 48: AAS 58 (1966) 1067-1069; CIC 774. § 2. CIC 1136.
47. Cf. Ac 16,15 Ac 16,33 Ac 18,8 1Co 1,16
48. Cf. Sagrada Congregação da Doutrina da Fé, Instr. Pastoralis actio, 4: AAS 72 (1980) 1139.
49. Cf. Mc 16,16
50. Cf. CIC 872-874
51. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 67, AAS 56 (1964) 118.
52. Cf. CIC 861, § 1; CIO 677, § 1.
53. Cf. CIC 861, § 2.
54. Cf. 1Tm 2,4
55. Cf. Mc 16,16
56. Cf. Jn 3,5
57. Cf. Mt 28,20, Concílio de Trento, Sess. 7°, Decretum de sacramentis, Canones de sacramento Baptismi, can. 5 DS 1618; II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 14, AAS 57 (1965) 18; ID., Decr. Ad gentes, AGD 5, AAS 58 (1966) 951-952
58. Cf. Mc 16,16
59. II Concílio do Vaticano, Const. past. Gaudium et spes. GS 22, AAS 58 (1966) 1043; cf. In.. Const. dogm. Lumen Gentium, LG 16: AAS 57 (1965) 20; In. Decr. Ad gentes, AGD 7: AAS 58 (1966) 955.
60. Cf. Ac 2,38 Jn 3,5.
61. Cf. Concílio de Florença, Decretum pro Armenis: DS 1316
62. Concílio de Trento, Decretum de peccato originali, can. 5: DS 1515
63. Cf. 2Co 5,17
64. Cf. Ga 4,5-7
65. Cf. 2P 1,4
66. Cf. 1Co 6,15 1Co 12,27
67. Cf. Rm 8,17
68. Cf. 1Co 6,19
69. Cf. 1Co 6,19
70. Cf. 2Co 5,15
71. Cf. Ep 5,21 1Co 16,15-16.
72. Cf. Jn 13,12-15
73. Cf. He 13,17
74. Cf. 1Th 5,12-13
75. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 37, AAS 57 (1965) 42-43; CIC 208-223 CIO 675, § 2.
76. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium. LG 11, AAS 57 (1965) 16.
77. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 17, AAS 57 (1965) 21; Id., Decr. Ad gentes. AGD 7: AAS 58 (1966) 956; Ibid., AGD 23: AAS 58 (1966) 974-975.
78. II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, UR 3, AAS 57 (1965) 93.
79. II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, UR 22, AAS 57 (1965) 105.
80. Cf. Rm 8,29
81. Cf. Concílio de Trento, Sess. 7ª, Decretum de sacramentis, Canones de sacramentis in genere, can. 9: DS 1609, Ibid., Canones de sacramento Baptismi. can. 6: DS 1619
82. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 11: AAS 57 (1965) 16.
83. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 10, AAS 57 (1965) 15-16.
84. Cf. Santo Agostinho, Epistula 98, 5: CSEL 34, 527 (PL 33, 362).
85. Cf. Ep 1,13-14 2Co 1,21-22
86. Santo Ireneu de Lião, Demonstratio praedicationis apostolicae, 3: SC 62,32.
87. Oração Eucarística I ou Cânone Romano: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 454 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 521].
88. Cf. Concílio de Trento, Sess. Decretum de sacramentis, Canones de sacramentis in genere, can. 9: DS 1609 Ibid., Canones de sacramento Baptismi. can. 11: DS 1624
89. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 16, AAS 57 (1965) 20.
90. Cf. Ordo Confirmationis, Praenotanda 1 (Typis Polyglottis Vaticanas 1973) p. 16 [Celebração da Confirmação, Preliminares 1 (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa, 1991) p. 21].
91. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 11, AAS 57 (1965) 15: cf. Ordo Confirmationis, Praenotanda 2 (Typis Polyglottis Vaticanis 1973) p. 16 [Celebração da Confirmação, Preliminares 2 (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa, 1991) p. 21].
92. Cf. Is 11,2
93. Cf. Lc 4,16-22 Is 61,1
94. Cf. Mt 3,13-17 Jn 1,33-34
95. Cf. Ez 36,25-27 Jn 3,1-2
96. Cf. Lc 12,12 Jn 3,5-8 Jn 7,37-39 Jn 16,7-15 Ac 1,8
97. Cf. Jn 20,22
98. Cf. Ac 2,1-4
99. Cf. Ac 2,17-18
100. Cf. Ac 2,38
101. Cf. Ac 8,15-17 Ac 19,5-6
102. Cf. He 6,2
103. Paulo VI. Const. ap. Divinae consortium naturae: AAS 63 (1971) 659.
104. Cf. São Cipriano de Cartago, Epistula 73, 21: CSEL 3/2, 795; (1996), CCL 3C. 556 (PL 3, 1169).
105. Cf. CIO 695, § 1. CIO 696. § 1.
106. Cf. Santo Hipólito de Roma, Traditio apostolica, 21: ed. B. Botte (Münster i.W. 1989) p. 50 e 52.
107. Cf. Dt 11,14 etc.
108. Cf. Ps 23,5, Ps 104,15.
109. Cf. Is 1,6 Lc 10,34.
110. Cf. 2Co 2,15
111. Cf. Gn 38,18 Cf Gn 8,6
112. Cf. Gn 41,42
113. Cf. Dt 32,34
114. Cf. 1R 21,8
115. Cf. Jr 32,10
116. Cf. Is 29,11
117. Cf. Jn 6,27
118. Cf. Ep 1,13 Ep 4,30
119. Cf. Ap 7,2-3 Ap 9 Ap 4 Ez 9,4-6
120. Pontificale iuxta ritum Syrorum Occidentalium id est Antiochiae, Pars I, Versio latina (Typis Polyglottis Vaticanis 1941) p. 36-37.
121. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 71, AAS 56 (1964) 118.
122. Cf. CIC 866
123. Ordo Confirmationis, 25 (Typis Polyglottis Vaticanis 1973). p. 26 [Celebração da Confirmação, 25 (Coimbra, Gráfica de Coimbra — Conferência Episcopal Portuguesa, 1991) p. 33].
124. Paulo VI. Const. Ap. Divinae consortium naturae: AAS 63 (1971) 657 [Celebração da Confïrmação, Const. ap. sobre o Sacramento da Confirmação (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa. 1991) p. 19].
125. Rituale per le Chiese orientali di rito bizantino in lingua greca, Pars 1 (Libreria Editrice Vaticana 1954) p. 36.
126 Cf. Santo Hipólito, Traditio apostolica, 21: ed. B. Botte (Münster i.W. 1989) p. 54.
127. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 11, AAS 57 (1965) 15.
128. Cf. Concílio de Florença, Decretum por Armenis: DS 1319, II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium LG 11, AAS 57 (1965) 15; Ibid., LG 12: AAS 57 (1965) 16.
129. Santo Ambrósio, De mysteriis, 7, 42: CSEL 73, 106 (PL 16, 402-403).
130. Cf. Concílio de Trento, Decretum de sacramentis. Canones de sacramentis in genere, can. 9: DS 1609
131.Cf. Lc 24,48-49,
132. São Tomás de Aquino, Summa theologiae III 72,5. ad 2: Ed. Leon. 12. 130.
133. Cf. CIC 889 § 1.
134. CIC 890
135. Cf. CIC 891 CIC 883 3
136. São Tomás de Aquino, Summa theologiae III 72,8, ad 2: Ed. Leon. 12. 133.
137. Ordo Confirmationis, Praenotanda 3 (Typis Polyglottis Vaticanis 1973) p. 16 [Celebração da Confirmação, Preliminares 3 (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa. 1991) p. 12].
138. Cf. Ac 1,14
139. Cf. Ordo Confirmationis, Praenotanda 5 (Typis Polyglottis Vaticanis 1973) p. 17 [Celebração da Confirmação, Preliminares 5 (Coimbra, Gráfica de Coimbra – Conferência Episcopal Portuguesa. 1991) p. 22]: Ibid., 6: (Typis Polyglottis Vaticanis 1973) p. 17 [(Coimbra, Gráfica de Coimbra - Conferência Episcopal Portuguesa. 1991) 22]: CIC can 893, § 1-2.
140. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium LG 26, AAS 57 (1465) 32.
141. Cf. CIC 883, § 2.
142. Cf. CIC 882
143. Cf. CIC 884, § 2.
144. Cf. CIC 883,3
145. II Concílio do Vaticano, Sacrosanctum concilium, SC 47: .AAS 56 (1964) 113.
146. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 11, AAS 57 (1965) 15.
147. II Concílio do Vaticano, Decr. Presbyterorum ordinis, PO 5, AAS 58 (1966) 997.
148. Sagrada Congregação dos Ritos, Instr. Eucharisticum mysterium, 6: AAS 59 (1967) 545.
149. Santo Ireneu de Lião, Adversus haereses 4, 18, 5: SC 100,610 (PG 7,1028)
150. Cf. 1Co 11,20
151. Cf. Ap 19,9
152. Cf. Mt 14,19 Mt 15,36 Mc 8,6 Mc 8,19
153. Cf. Mt 26,26 1Co 11,24.
154. Cf. Lc 24,13-35
155. Cf. Ac 2,42 Ac 2,46 Ac 20,7 Ac 20,11
156. Cf. 1Co 10,16-17
157. Cf. 1Co 11,17-34
158. Cf. Ps 116,13 Ps 116,17
159. Cf. 1P 2,5
160. Cf. Ml 1,11
161. Cf. 1Co 10,16-17
162. Cf. Constitutiones apostolicae 8, 13, 12: SC: 336, 208 (Funk, Didascalia et Constitutiones Apostolorum 1, 516); Didaké 9,5: SC 248, 178 (Funk, Patres apostolici 1, 22); Ibid. 10, 6: SC 248. 180 (Funk, Patres apostolici 1, 24).
163. Santo Inácio de Antioquia, Epistula ad Ephesios 20, 2: SC 10 bis, 76 (Funk 1, 230).
164. Cf. Ps 104,13-15
165. Cf. Oração Eucarística 1 ou Cânone Romano, 95: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970). p. 453 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992. 521].
166. Cf. Dt 8,3
167. Cf. Mt 14,13-21 Mt 15,32-39
168. Cf. Jn 2,11
169. Cf. Mc 14,25
170. Cf. Jn 13,1-17
171. Concílio de Trento, Sess. 22ª, Doctrina de ss. Missae Sacrificio, c. 1: DS 1740
172. Cf. Jn 6,13
173. Cf. Mt 26,17-29 Mc 14,12-25 1Co 11,23-25
174. II Concílio do Vaticano, Decr. Ad gentes, AGD 1, AAS 58 (1966) 947.
175. São Justino, Apologia, 1. 67: CA 1 184-186 (PG 6. 429).
176. São Justino, Apologia, 1. 65: CA 1,176-180 (PG 6. 428)
177. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 56, AAS 56 (1964) 115.
178. Cf. III Concílio do Vaticano, Const. dogm. Dei Verbum, DV 21, AAS 58 (1966) 827.
179. Cf. Lc 24,13-35
180. Cf. 1Th 2,13
181. Santo Ireneu de Lião, Adversus haereses 4. 18, 4: SC 100,606 (PG 7,1027), cf. Ml 1,11
182. Cf. 1Co 16,1
183. Cf. 2Co 8,9
184. São Justino, Apologia, 1. 67, 6: CA 1,186-188 (PG 6, 429).
185. Cf. Oração Eucarística 1 ou Cânone Romano, 90: Missale Romarum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970). p.451 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 518].
186 São Justino, Apologia, 1, 65: CA 1,180 (PG 6, 428).
187. São Justino, Apologia, 1, 66, 1-2: CA 1 180 (PG 6, 428).
188. Cf. Ex 13,3
189. Cf. He 7,25-27
190. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 3, AAS 57 (1965) 6.
191. Concílio de Trento, Sess. 22ª, Doctrina de ss. Missae Sacrificio, c. 1: DS 1740
192. Concílio de Trento, Sess. 22ª, Doctrina de ss. Missae Sacrificio, c. 2: DS 1743
193. Ibid. DS 1743
194. Santo Inácio de Antioquia, Epistula Ad Smyrnaeos 8, 1: SC 10bis. 138 (Funk 1, 282).
195. II Concílio do Vaticano, Decr. Presbyterorum ordinis, PO 2, AAS 58 (1966) 993.
196. Concílio de Trento, Sess. 22ª, Doctrina de ss. Missae Sacrificio, c. 2: DS 1743
197. Santo Agostinho, Confissões 9, II, 27: CCL 27, 149 (PL 32, 775): palavras de Santa Mónica, antes de morrer, a Santo Agostinho e ao seu irmão.
198. São Cirilo de Jerusalém, Catecheses mystagogicae 5, 9-10: SC 126,158-160 (PG 30,1116-1117)
199. Santo Agostinho, De Civitate Dei 10, 6: CSEL 40/1, 456 (PL 41, 284).
200. Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 48, AAS 57 (1965) 53.
201. Cf. Mt 25,31-46
202. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 7, AAS 56 (1964) 100-101.
203. São Tomás de Aquino, Summa theologiae III 73,3, c: Ed. Leon. 12, 140.
204. Concílio de Trento, Sess. 13ª, Decretum de s.s. Eucharistia, can. 1: DS 1651
205. Paulo VI, Enc. Mysterium fidei MF 1, AAS 57 (1965) 764.
206. São João Crisóstomo, De proditione Iudae homilia 1, 6: PG 49, 380.
207. Santo Ambrósio, De mysteriis 9, 50: CSEL 73, 110 (PL 16, 405).
208. Ibid.. 9, 52: CSEL 73, 112 (PL 16, 407).
209. Concílio de Trento, Sess. 13ª, Decretum de ss. Eucharista, c. 4: DS 1642
210. Cf. Concílio de Trento, Sess. 13ª, Decretum de ss. Eucharista. c. 3: DS 1641
211. Paulo VI, Enc. Mysterium fidei MF 1: AAS 57 (1965) 769.
212. Cf. Ga 2,20
213. João Paulo II, Ep. Dominicae Cenae, 3: AAS 72 (1980) 119; cf. Enchiridion Vaticanum 7, 177.
214. Paulo VI, Enc. Mysterium fidei MF 1: AAS 57 (1965) 757; cf. São Tomás de Aquino, Summa theologiae, III 75,1. c: Ed. Leon. 12, 156; São Cirilo de Alexandria, Commentarius in Lucam 22, 19: PG 72, 912.
215. AHMA 50, 589.
216. Santo Ambrósio, De Sacramentis, 5, 7: CSEL 73, 61 (PL 16, 447).
217 Santo Ambrósio, De Sacramentis, 4, 7: CSEL73. 49 (PL 16. 437).
218. Oração Eucarística I ou Cânone Romano, 96: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanas 1970). p.453 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992. 521].
219. Cf. Mt 8,8
220. Rito da Comunhão. 133: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p.474 [Missal Romano. Gráfica de Coimbra 1992, 546).
221. Liturgia Bizantina. Anáfora de São João Crisóstomo, Prece antes da Comunhão: F. E. Brightman, Liturgies Eastern and Western (Oxford 1896) p. 394 (PG 63, 920).
222. Cf. CIC 919
223. Cf. CIC 916-917, AAS 75 (1983 II), pp. 165-166.
224. Os fiéis, no mesmo dia. só podem receber a ss. Eucaristia uma segunda vez. Comissão Pontifícia para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canónico, Responsa ad proposita dubia, 1: AAS 76 (1984) 746.
225. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 55, AAS 56 (1964) 115.
226. Cf. Decr. Ecclesiarum Orientalium, OE 15: AAS 57 (1965) 81.
227. Cf. CIC 920
228. Instrução geral do Missal Romano, 240: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p.68 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 51].
229. Fanqîth. Breviarium iuxta ritum Ecclesiae Antiochenae Syrorum, v. 1 (Mossul 1886) p. 237 a-b.
230. Cf. II Concílio do Vaticano, Decr. Presbyterorum ordinis, PO 5, AAS 58 (1966)997.
231. Cf. 1Co 11,26
232. Santo Ambrósio, De Sacramentis, 4. 28: CSEL 73, 57-58 (PL 16, 446).
233. Cf. Concílio de Trento, Sess. 13ª. Decretum de ss. Eucharista, c. 2: DS 1638
234. São Fulgêncio de Ruspas, Contra gesta Fabiani 28, 17: CCL 91A, 813-814 (PL 65, 789).
235. Cf. 1Co 12,13
236. Santo Agostinho, Sermão 272: PL 38, 1247.
237. Cf. Mt 25,40
238 São João Crisóstomo, In epistulam I ad Corinthios, homilia 27. 5: PG 61, 230.
239. Santo Agostinho, In Iohannis evangelium tractatus 26, 13: CCL 36. 266 (PL 35, 1613): cf. II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, SC 47: AAS 56 (1964) 113.
240. II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, UR 15, AAS 57 (1965) 102.
241. II Concílio do Vaticano, Decr, Unitatis redintegratio, UR 15, AAS 57 (1965) 102: ef. CIC can.844, § 3.
242. II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, UR 22, AAS 57 (1965) 106.
243. II Concílio do Vaticano, Decr. Unitatis redintegratio, UR 22, AAS 57 (1965) 106.
244. Cf. CIC 844 § 4.
245. Na solenidade do santíssimo corpo e sangue de Cristo, Antífona do «Magnificat» das Vésperas II: Liturgia Horarum, editio typica, v. 3 (Typis Polyglottis Vaticanis 1973) p. 502 [Liturgia das Horas. v. 3 (Gráfica de Coimbra 1983) p. 621].
246. Oração Eucarística I ou Cânone Romano. 96: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p.453 [Missal Romano. Gráfica de Coimbra 1992, 521].
247. Cf. Lc 22,18, Mc 14,25.
248. Didaké 10, 6: SC 248,180 (Funk, /IPatres Apostolici/i 1,24).
249. Rito de Comunhão, 126 [Embolismo depois do Pai Nosso]: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p.472 [a tradução oficial portuguesa difere um pouco: «enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador»: Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 5451: cf. Tt 2, 13.
250. Oração Eucarística III, 116: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanis 1970), p. 465 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 535].
251. Cf. 2P 3,13
252. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, LG 3, AAS 57 (1965) 6.
253. Santo Inácio de Antiquia, Epistula ad Ephesios, 20, 2: SC l0bis. 76 (Funk 1, 230).
254. Cf. Concílio de Trento, Sess. 13ª, Decretum de ss. Eucharistae. c. 3: DS 1640 Ibid., can. 1: DS 1651
255. Paulo VI, Enc. Mysterium fidei: MF 1 AAS 57 (1965) 771.



Catecismo da Igreja Católica 1383